O que significa Transprojetação?

A Transprojetação é uma metodologia fundamentada nas obras de Edgar Morin e Michel Thiollent.
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GESTÃO PARA A SUSTENTABILIDADE com a Soft Systems Methodology e a Pesquisa-ação.



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segunda-feira, 9 de abril de 2012

"Erradicar pobreza requer padrão sustentável, diz embaixador"

Lendo esta reportagem abaixo, já que a moda agora é a RIO+20, observei a afirmação mais lúcida em referência ao que deveremos buscar nesta Conferência : "Na conferência, nada será terminado. Será começado. Temos de ser hábeis para criar um estilo de vida mais sustentável", ressaltou"....
Mas para buscarmos este estilo de vida, há que ser ensinado para todas as idades (líderes principalmente) COMO pensar e "fazer" o desenvolvimento sustentável. Palavras vão ao vento, atitudes não. Seguir uma Metodologia, um Método específico, para o atingimento do Desenvolvimento Sustentável como seguimos o Método Científico até hoje e com bastante sucesso (para os séculos XVIII, XIX e XX), é buscar a solução para os problemas do Século XXI.
Líderes: querem de verdade fazer alguma coisa pelo mundo? Aprendam a TRANSPROJETAÇÃO ou metodologias semelhantes,  transforme-as em projetos de lei nas escolas, nas praças, nas instituições, na família, nas empresas, adotem a sua aplicação pelo mundo. Basta isso, é uma mudança cognitiva, estruturante, e não a retórica e suas belas palavras.

"Em 2050, a classe mais pobre deverá diminuir em todo o mundo, o que levará mais de 90 bilhões de pessoas a serem incluídas na classe média, disse nesta terça-feira o diretor do Departamento de Meio Ambiente do Ministério da Relações Exteriores, embaixador André Aranha Corrêa do Lago. Para garantir que todas essas pessoas tenham acesso à tecnologia e ao desenvolvimento é preciso investir em padrões sustentáveis, segundo o diretor.

"É possível que tenhamos diferentes fórmulas, dependendo da região. Mas é possível erradicar a pobreza. Temos de ter padrões sustentáveis, pensar no próximo passo", disse ao participar de reunião com parlamentares da União Europeia e do Brasil sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.
"Na conferência, nada será terminado. Será começado. Temos de ser hábeis para criar um estilo de vida mais sustentável", ressaltou.
O deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), integrante da subcomissão da Câmara criada para tratar da Rio+20, disse que o principal desafio do encontro será simplificar as discussões sobre desenvolvimento sustentável e economia verde, considerados os principais pilares do evento.
"O desafio é tentar simplificar. Ou vamos nos afogar em um mar de palavras, como frequentemente ocorre", disse o parlamentar. Ele lembrou que a Rio+20 não é uma conferência apenas sobre o clima, como foi a Eco 92, mas sim um evento mais abrangente, que deve reunir diferentes iniciativas complexas. "Vinte anos depois, é importante pensar o que foi feito", reforçou.
A deputada da Espanha Pillar Del Castillo tem a mesma opinião. Para ela, existem diversas iniciativas, como a Agenda 21 e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que podem dificultar a objetividade das conversas. "O problema é que estamos tão confusos com tantas coisas que só falamos, falamos, falamos". Para ela, é preciso dar ênfase "em eficiência, inovação e tecnologia".
De 13 a 22 de junho, o Rio de Janeiro será a sede mundial das discussões sobre desenvolvimento sustentável, erradicação da pobreza, inclusão social, produção e consumo de recursos naturais. Pelos dados dos organizadores, mais de 90 presidentes e primeiros-ministros confirmaram presença. A expectativa é que mais de 50 mil pessoas participem das discussões." APUD PORTAL TERRA.



quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Conversa Sustentável - 2º FÓRUM NACIONAL SUSTENTABILIDADE NA PRÁTICA


É INCRÍVEL, MAS A TRANSPROJETAÇÃO JÁ FAZ ISSO DESDE 2003!!!

2º FÓRUM NACIONAL SUSTENTABILIDADE NA PRÁTICA
QUANDO: 01 E 02 DE DEZEMBRO DE 2011ONDE: BRASÍLIA-DF
 
Saber – Saber Fazer – Saber Agir
 
O papel da Gestão Sustentável nunca foi tão discutido dentro das organizações, deixando de figurar como elemento diferencial e passando a ser encarado como filosofia de trabalho e sobrevivência organizacional. Convictos dessa idéia, a Conexxões Educação traz para Brasília a segunda edição do Fórum Nacional Sustentabilidade na Prática, que acontecerá nos dias 01 e 02 de dezembro, e tem como propósito ir além do discurso recorrente e apresentar efetivamente novas formas de atuar e contribuir para promover ações de gestão responsável para a sustentabilidade.Acreditando que o processo de mudança exige mobilização de pessoas, ampliação da consciência e atitudes concretas, selecionamos casos práticos que já produziram bons resultados, como: Banco Santander, CEMIG, ALCOA, Governo de Minas, Itaipu Binacional, Governo de São Paulo e TCU.Grandes nomes foram convidados para discutir soluções sustentáveis em dois workshops: “Agenda Estratégica de Sustentabilidade”, apresentado por Aerton Paiva, focará planejamento, execução e acompanhamento do ciclo de implementação para Gestão da Mudança e “Liderança, Inovação e Sustentabilidade”, liderado por Ricardo Voltolini, destacará a importância de como formar líderes e integrar os stakeholders para criar uma nova cultura nas diferentes camadas da organização. A programação do Fórum conta também com as palestras de Raimundo Soares, professor e pesquisador, cocriador do Núcleo de Sustentabilidade da FDC; Maeli Estrela Borges, diretora da ABES-MG e consultora reconhecida nacionalmente na área de Limpeza Urbana e Resíduos Sólidos; Marco Fujihara, um dos consultores referência no Brasil em Qualificação em Sustentabilidade Empresarial nos parâmetros preconizados por Kyoto; Mariana Meirelles, vice-presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável; Maria Celina Arraes, coordenadora da Unidade de Planejamento Estratégico e Desenvolvimento de Capacidades do PNUD Brasil e Geraldo Abreu, diretor do Departamento de Responsabilidade Socioambiental da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente.Mais informações, acesse: http://www.conexxoes.com.br/sustentabilidade-na-pratica/

PROJETO PESCAR

Projeto Pescar – Sustentabilidade implica em rea­li­zar ações que visam não só a preservar os ecossistemas e a bio­di­ver­si­da­de. O Projeto Pescar melhora as condições so­cioe­co­nô­mi­cas da comunidade na ­qual a organização está inserida.

Acesse: www.projetopescar.org.br e saiba como participar.

sábado, 13 de agosto de 2011

Sustentabilidade é ser ético e solidário por Nadir Ap. Dias Ferrari

sustentabilidade

Uma palavra que está na moda e na mídia. Mas, será que a sustentabilidade será a redentora do caos em que estamos? Sustentabilidade é ser ético e solidário. É ter compaixão pela Terra. É estar atento ao grito de socorro que ela nos emite através das catástrofes ambientais. Não seremos sustentáveis enquanto não deixarmos de lado o nosso egoísmo, enquanto cedemos aos apelos do mundo consumista. Enquanto milhares de pessoas morrem de fome e nós muitas vezes colocamos a comida no lixo, ou porque não queremos ou não sabemos como reaproveitá-la, porque temos demais e não nos preocupamos com quem não tem. Enquanto não sairmos do nosso comodismo da nossa inércia um mundo sustentável será difícil.

A sustentabilidade clama pela união de todos. Na escola, por exemplo, só a equipe diretiva não a promove, necessita do apoio e compromisso de docentes, discentes e cooperadores em geral. O mesmo acontece nas empresas; alta direção e colaboradores todos são importantíssimos para que venha surgir indícios da sustentabilidade. O presidente e os governadores com todos os políticos podem até planejá-la, porém sem a participação conjunta de toda a sociedade não haverá sustentabilidade. Todos nós somos convocados a contribuir.

Toda vez que um professor que conhece sobre a solidariedade, que sabe da sua responsabilidade em informar e formar um novo cidadão abre mão desse papel, não ensinando todo o conteúdo necessário a formação desse sujeito, não mostrando a ele que a vida não é mole, oferecendo a este a aprovação sem a condição, esse profissional está pecando contra a sustentabilidade. Para ser sustentável é necessário querer mudar, querer se superar. E todo educando deve compreender que aprender é uma lição de superação a cada dia. O ato de estudar, não é meramente abrir os livros na sala de aula, ler em meio à conversa paralela. É entender o que leu e aplicar no seu cotidiano quando possível. Ser estudante é trabalhoso. Em casa é dever do discente revisar todo o conteúdo para fixá-lo melhor. Sustentabilidade é difícil de viver, de aplicar.

Toda vez que o diretor da empresa doa um percentual do faturamento desta para entidades filantrópicas, mas lá na empresa não há preocupação com os funcionários, sua condição de vida, seu salário que razoavelmente alimenta a família. Não acontece uma política ambiental de cuidado com os arredores onde a empresa está instalada, a sustentabilidade está apenas no papel. Será que a água contaminada, os resíduos gerados por ela são tratados, separados e tratados corretamente? A responsabilidade social das empresas existe de fato quando estas se responsabilizam por todos os danos causados por ela à natureza. Se isto não acontece, o resto é conversa, discurso para marketing verde que está no papel.

A água, esse recurso tão essencial para qualquer tipo de vida cabe um novo texto, uma nova reflexão, porém, não pode ficar de fora. Como acontecerá a sustentabilidade se cada vez mais aumenta a população mundial e água vai se tornando cada vez mais uma preciosidade?

Vejamos nós brasileiros como exemplos de descaso de descompromisso com este líquido tão importante. O Brasil conta com grandes reservas de água doce. Estão em território brasileiro 70% do Aquífero Guarani, uma das maiores reservas de água doce subterrâneas do mundo. Triste é concluir que não há uma política de conscientização a respeito do uso deste recurso que sabemos é inesgotável sim. É uma ideologia a sustentabilidade num mundo onde não há o recurso mais essencial à vida. No Brasil até há, mas falta o cuidado e sobra o desperdício. Quantos de nós que leva à sério um banho de cinco minutos? Escovar os dentes ou lavar a louça com a torneira fechada? Reutilizar a água que se lava verduras, vegetais para aguar plantas, para outras limpezas? Nas casas, quando haverá uma exigência para que haja um reservatório para recolhimento de água da chuva, ou até mesmo do enxágue da máquina de lavar? Água que poderia ser utilizada nas descargas dos banheiros, regar os jardins, limpeza de calçadas e vias públicas. Por que apenas prédios grandiosos estão tendo esta oportunidade? Quando essa oportunidade vai chegar até as casas mais simples? A sustentabilidade não acontece sem planejamento de consumo. Com a água, principalmente, é quase impossível.

Com os políticos do Brasil é outra vez mais impossível reinar a sustentabilidade. A maioria não vive o discurso que prega. São contra exemplo. Não possui nem ética, nem moral para representar ninguém. Representa apenas o próprio interesse e o interesse de pessoas que partilham da mesma classe deles. Passa a ser outra vez uma ideologia, um discurso político poderoso, a sustentabilidade. Por que um trabalhador ganha 570,00 para manter por um mês toda a sua família? E o político recebe vergonhosamente 11.500 por minuto de trabalho? Os nossos políticos são de dar vergonha! Por que pagamos impostos tão altos? Se necessitarmos de saúde, educação, segurança e nada temos. Tudo novamente, temos que pagar! Quando dermos um basta nos altos salários dos políticos, talvez sobre um pouquinho de esperança para as áreas acima.

Nós humanos estamos numa crise, onde reina a falta de ética e supera a ganância e a arrogância. Se não enxergamos nem o nosso próximo, como é que vamos pensar em preservar algo para as gerações futuras? E o nosso próximo que está vivendo agora, aquele que mora em áreas de risco, que sofre com enchentes, que não tem saneamento, e muitas vezes nem o que comer? Eis o que prega o desenvolvimento sustentável: ‘‘desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”.

Se de fato queremos viver num mundo melhor, num mundo mais seguro, precisamos reaprender a ser pessoa. Precisamos ser solidários de verdade! Tomar atitudes perante as injustiças contra os mais fracos. Hugo Asmann diz: ‘Os seres humanos não são “naturalmente” tão solidários quanto parecem supor nossos sonhos de uma sociedade justa e fraternal. ’

Como queremos defender a natureza, se não defendemos muitas vezes o outro, para que tenha direito à alimentação, saúde, moradia e educação? Devemos sim defender o que nos resta da natureza, mas devemos cuidar da sociedade. Necessitamos urgentemente acordar e compreender a frase de Mahatma Gandhi: ‘A terra satisfaz a necessidade de todos, mas não a voracidade dos consumistas. ’

Se pretendermos implantar a sustentabilidade em nosso planeta, precisamos ser primeiramente solidários. Há um descompasso muito grande entre ricos e pobres. Como podemos admitir que apenas 2% de pessoas detenham 50% de toda a riqueza mundial? Que o consumo de um cidadão em alguns países do Norte, chega a ser, em determinados aspectos, vinte vezes maiores ao de um habitante de países do Sul. Como admitir que apenas 20% da humanidade consomem 75% de tudo que é produzido no planeta? Falando em combustíveis fósseis, os Estados Unidos representam no máximo 6% da população mundial e consomem 30% da energia mundial. Como atingir a sustentabilidade?

Sabemos que: “A educação não muda o mundo. A educação muda as pessoas. As pessoas mudam o mundo.” Nós estamos carentes de educação para aprendizagem da solidariedade. Necessitamos lembrar que estamos na terra apenas de passagem, então porque juntar tanto? Como superar o germe da ganância? Será que há caminhos que nos leve a sustentabilidade se continuarmos a viver como vivemos? Será que estamos dispostos a reaprender a viver abrindo mão do nosso conforto conquistado?

Se quisermos viver a sustentabilidade, então que estejamos dispostos a dar o primeiro passo. Mudando a nós próprios. Viver na solidariedade, generosidade e esperança para uma nova humanidade.

Autora: Nadir Ap. Dias Ferrari

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

CHAMADA DE TRABALHOS - ATÉ 31 DE AGOSTO DE 2011

X CBDMA divulga programação e mantém abertas inscrições gratuitas
A décima edição do Congresso Brasileiro de Defesa do Meio Ambiente (CBDMA) - Cidades: qualidade de vida e justiça social já está com toda a sua programação fechada. São temas centrais do congresso: “Mudanças climáticas e vulnerabilidade das cidades”; “Resíduos e emissões gerados pelas cidades” e “Metrópoles saudáveis”.
Além do do economista e ambientalista Sérgio Besserman Vianna, Presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento e Governança Metropolitana da Cidade do Rio de Janeiro, membro do conselho diretor da WWF-Brasil, que fará a Palestra Magna abordando “Qualidade de Vida nas Cidades”, está confirmada a presença de Ricardo Rezende Figueira, padre, antropólogo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que ministrará a palestra “Justiça Social no Campo”.
Acompanhe novas notícias sobre o evento no site do Clube de Engenharia em http://www.clubedeengenharia.org.br/ou, para se inscrever gratuitamente e obter mais informações, visite o hotsite do congresso em http://www.profixconsultoria.com.br/defesa_meio_ambiente_2011/dma2011_abertura.htme

terça-feira, 31 de maio de 2011

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM ISRAEL

As lições de Israel


Como o árido país vem vencendo a guerra contra a escassez de água e o que o Brasil pode aprender com isso.
Por Edson Franco, enviado especial a Tel-Aviv



RITUAL

Judeus ortodoxos na cerimônia anual do Tashlich, em praia de Tel-Aviv

Vencidas as batalhas pela independência de Israel, o primeiro chanceler do recém-nascido país, David Ben-Gurion, assumiu em maio de 1948 sabendo que uma “guerra” bem mais difícil estava em curso. Espalhado por uma região desértica, com clima entre tropical e semi-árido e escassas fontes naturais de água doce, o Estado precisa lutar diariamen­te para que sua população não morra de sede. Gurion resumiu a sua estratégia sob o slogan “fazer o deserto florir” e estimulou os seus cientistas a descobrir fórmulas para semear oásis. Passados 63 anos, Israel vem vencendo essa “guerra”.

As principais armas do país têm sido a construção de usinas de dessalinização, o reaproveitamento quase total do esgoto e o combate ao desperdício. Exatamente por isso, florescem empresas que monitoram cada milímetro cúbico de água que flui pelos canos do país com sistemas computadorizados capazes de diagnosticar vazamentos em tempo real. O aproveitamento de cada gota é o mote da Netafim, empresa especializada em sistemas de irrigação. Sua história se confunde com a formação do kibutz Hatzerim, localizado em pleno deserto do Negev. Hoje, o verde domina o lugar, onde famílias compartilham residências, refeitórios e orações com os profissionais da empresa. “Moisés nos trouxe até aqui e mostrou o caminho, só não ensinou a tecnologia para controlar as águas”, brinca Igal Aisenberg, presidente da Netafim.


DESSALINIZAÇÃO

A usina de Ashkelon, segunda maior do planeta

Além da irrigação sem desperdício, os agricultores contam cada vez mais com a água e o adubo gerados por centrais de tratamento. Uma das mais produtivas é a Shafdan, em Tel-Aviv, onde profissionais separam lixo, material orgânico e água. O primeiro é enviado para usinas de reciclagem, o segundo vira adubo e o terceiro é purificado e vai pa­ra os canos dos sistemas de irrigação.

Quando se trata de matar a sede nacional, no entanto, a maior aposta vem mesmo do mar. A cidade litorânea de Ashkelon abriga a segunda maior usina de dessalinização do mundo. Os canos da instalação avançam um quilômetro mar adentro e abastecem as membranas que separam líquidos e sólidos. A empresa por trás do negócio é a IDE Technologies, que comanda mais três usinas no país e produz cerca de 300 milhões de metros cúbicos anuais do líquido. Hoje, quase metade dos israelenses bebe água dessalinizada. “E o melhor é que o custo está cada vez mais baixo. O metro cúbico custa US$ 0,53. No passado não muito distante, eram US$ 3”, contabiliza Fredi Lokiec, vice-presidente executivo da IDE.

AVANÇO

“O custo da dessalinização da água está cada vez mais baixo”,
diz o executivo Fredi Lokiec
Com todos esses esforços, Israel espera chegar a 2015 livre da necessidade de fontes naturais de água. “Não chegaremos lá porque somos espertos. Não temos outra saída”, diz Booky Oren, organizador da Watec, feira dedicada ao líquido que acontece em novembro. E o que o Brasil, cheio de rios e lagos, tem a aprender com tudo isso? Muito, pois estima-se que, nos próximos 20 anos, o consumo mundial de água suba 50%. Se um dia ela faltar por aqui, as soluções já terão sido desenvolvidas em pleno deserto.

sábado, 14 de maio de 2011

Ambiente & sociedade - " Traditional populations" and natural resources protection in conservation units - postado por Conversa Sustentável

Conversa Sustentável

Ambiente & sociedade - " Traditional populations" and natural resources protection in conservation units
RINALDO ARRUDA

Este artigo analisa a pretensa oposição entre populações tradicionais e as necessidades de conservação dos recursos naturais, avaliando criticamente as características da política de preservação ambiental vigente no Brasil, centrada na criação de Unidades de Conservação de caráter restritivo à ocupação humana. Como superação dos equívocos deste modelo, o autor propõe outra via: a da inclusão da perspectiva das populações rurais no conceito de conservação e o investimento no reconhecimento de sua identidade, na legitimação de seu saber, na melhoria de suas condições de vida, na garantia de sua participação na construção de uma política de conservação da qual sejam também beneficiados.
Palavras-chave: política ambiental; unidades de conservação; populações indígenas; populações tradicionais.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O TRIPÉ DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM SÃO PAULO

Conversa Sustentável

ECONOMIA VERDE

Posted: 10 Feb 2011 03:23 AM PST

Desenvolvimento, Meio Ambiente e Qualidade de Vida no Estado de São Paulo

A 1ª Bolsa Internacional de Negócios da Economia Verde aconteceu em São Paulo dos dias 30 de novembro a 03 de dezembro de 2010 reunindo mais de 1.300 participantes, em sua maioria, gestores de entidades públicas e privadas.
A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo idealizou a Bolsa Internacional de Negócios da Economia Verde – BINEV com o objetivo de apresentar uma proposta de desenvolvimento que busca instituir novos vetores de crescimento econômico, novas fontes de empregabilidade e soluções consistentes para a melhoria da qualidade ambiental.
Durante quatro dias, foram reunidos representantes do Governo do Estado de São Paulo, investidores, empresários, empreendedores, instituições representativas, organizações não governamentais, universidades e representantes da sociedade civil do Brasil e do mundo para apresentar iniciativas nacionais e internacionais ligadas à Economia Verde.
A meta do Estado de São Paulo é reduzir em 20% suas emissões de gases de efeito estufa até o ano de 2020. Isso está estabelecido na Política Estadual de Mudanças Climáticas. Nesse novo cenário a migração para uma economia de baixo carbono se tornou fundamental como estratégia para o futuro.
Feita as discussões no evento 1ª BINEV e levantado os dados a respeito das mudanças climáticas e possibilidades para a migração para uma economia verde, o Governo do Estado de São Paulo publicou o caderno intitulada Economia Verde: desenvolvimento, meio ambiente e qualidade de vida no Estado de São Paulo. O livro trata dos elementos essenciais dessa nova forma de se pensar a economia. Os capítulos tratam das Energias renováveis, seus mercados e o panorama para o Estado de São Paulo, as novas tecnologias verdes, transporte sustentável, construção civil sustentável e seus panoramas, a questão da eficiência energética e geração de emprego e renda, reciclagem dos materiais da construção civil, saneamento básico, o uso racional de água, agricultura, turismo e seu desenvolvimento sustentável, serviços ambientais e demais instrumentos econômicos, indicadores e, por fim, a construção de uma agenda de metas para o Estado.
Quem quiser ler o conteúdo deste material na integra pode fazer o download através do site da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo no item economia verde ou click aqui para ser direcionado ao site.
http://www.clickarvore.com.br/ http://www.sosma.org.br/blog/index.php http://www.ecoblogs.com.br/ http://feeds.feedburner.com/com/cKvK http://www.sustentabilidade.blog.br/ http://www.changemakers.net/ http://www.ashoka.org.br/ http://meumundosustentavel.com/ http://www.blograizes.com.br/category/atitude

quarta-feira, 21 de julho de 2010

I Encontro de Engenharia, tecnologia e sociedade - 13 e 14 de julho de 2010

I Encontro de Engenharia, tecnologia e sociedade - 13 e 14 de julho de 2010

O I Encontro de Engenharia, tecnologia e sociedade é uma realização da Faculdade de Tecnologia (FT), Faculdade UnB Gama, Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS), da Universidade de Brasília, com o apoio da UnBTV, do Núcleo de Multimídia e Internet (NMI), do Programa Quartas Sustentáveis, do Instituto de Ciências Sociais (ICS).

"O I Encontro de Engenharia, tecnologia e sociedade tem por objetivo a apresentação de visões de diversos especialistas de destaque nacional sobre assuntos que versam sobre o impacto das tecnologias de engenharia na socidade brasileira, visando a identificação de potenciais questões que precisam ser tratadas na Universidade de Brasília por meio de suas linhas de pesquisa, ensino e extensão. É um evento aberto a toda a comunidade universitária e aos brasilienses interessados no assunto." [folder de divulgação do evento]

Os objetivos do evento são:

1. Apresentar a visão de especialistas e estudiosos no assunto engenharia, tecnologia e sociedade, e suas vertentes, para a comunidade universitária e comunitária.

2. Criar um espaço para a discussão dos temas e respectivo papel da universidade na abordagem do problema e suas soluções.

3. Permitir contato entre os pesquisadores da área, gestores de educação, governo e estudantes.

4. Contribuir para o desenho de uma agenda preliminar de ações educativas para desenvolvimento do tema em nível de graduação e pós- graduação na UnB.

--Inscrições: 13/ julho, das 17 às 18h - Para se inscrever, basta preencher o formulário de inscrição, assinar e levar pessoalmente ao local do evento. Link para o formulário de inscrição: http://www.unbcds.pro.br/IEETS/IEETS-Inscricao.doc

--Programa do evento: http://www.unbcds.pro.br/IEETS/IEETS-Programa.pdf

Informações: www.unbcds.pro.br/IEETS/
Prof. Edgard Costa Oliveira: ecosta@unb.br
Secretaria da FT - Valdelice: ftd@unb.br
Telefone (61) 3107 5656 (61) 3107 5656