UMA METODOLOGIA PARA COMBATER A CORRUPÇÃO E PARA PROSPERAR O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NAS ORGANIZAÇÕES - ENSINA OS GESTORES A TOMAREM DECISÕES SUSTENTÁVEIS EM UM MUNDO COMPLEXO.
O que significa Transprojetação?
A Transprojetação é uma metodologia fundamentada nas obras de Edgar Morin e Michel Thiollent.
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GESTÃO PARA A SUSTENTABILIDADE com a Soft Systems Methodology e a Pesquisa-ação.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007
PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes
públicos eleitos matricularem seus filhos e demais
dependentes em escolas públicas até 2014.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º
Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e
Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados
a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de
educação básica.
Art. 2º
Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no
máximo, 1º de janeiro de 2014.
Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias
Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades
respectivas.
[WINDOWS-1252?] JUSTIFICAÇÃO
No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação
básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da
escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para
com o ensino público.
Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação
das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo
raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de
corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas
nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.
Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se
ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a
possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para
financiar os custos da educação privada de seus filhos.
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais –
vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores
e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-
Presidente da República – deduzam um valor total de mais de 150 milhões de
reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de
financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84
inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de
cargo eleitoras.
O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros,
os seguintes objetivos:
a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola
que atende ao povo;
b) político: certamente provocará um maior interesse das
autoridades para com a educação pública com a conseqüente
melhoria da qualidade dessas escolas.
c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de
reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos
fiscais à disposição do setor público, inclusive para a
educação;
d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de,
em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no
Brasil.
Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da
Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social
brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118
anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a
outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão.
Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará
completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde
1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a
qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.
Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda
tivesse duas educações – uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os
filhos do povo –, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a
educação era reservada para os nobres.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a
aprovação deste projeto.
Sala das Sessões,
Senador CRISTOVAM BUARQUE
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
JUNG E ASTROLOGIA
A ciência da astrologia – através do mapa astral ou mapa astrológico – trata da sincronicidade e correlação entre acontecimentos pessoais e o mundo que nos rodeia. A verdadeira astrologia não é fatalista, apenas mostra possibilidades e leva ao auto conhecimento.
Planetas mal aspectados em quadraturas por exemplo, (angulo de 90 graus), indicam inadequações e/ou medos inconscientes que podem verdadeiramente levar a problemas e dificuldades, mas que se devidamente reconhecidos, se trazidos a nível consciente podem ter sua energia redirecionada de forma positiva. Newton, o genial matemático, era astrólogo, assim como Nostradamos. Edgar Cayce embora não fosse exatamente astrólogo, fazia “leituras astrológicas” que ajudaram centenas de pessoas. E mais recentemente o inigualável psicanalista Carl Gustav Jung associou a astrologia à psicologia. E graças a ele, hoje muitos psicólogos sabem o quanto um bom mapa natal irá ajudar no trabalho com o paciente.
Em astrologia lidamos com símbolos, uma linguagem que esteve presente em todas as culturas, como portais para os mundos mágicos. Quando analisamos um mapa há uma parte racional, a aplicação do conhecimento adquirido em anos de estudo (lado esquerdo do cérebro) , e há também uma conexão direta com os símbolos e suas interligações que são únicas para cada indivíduo (lado direito do cérebro). E é a capacidade de apreender os insights fornecidos pela linguagem mágica dos símbolos que determina o quão bom é um astrólogo. E é isto também que faz com que um mapa astral “interpretado” por computador jamais possa ser verdadeiro.
Além da interpretação convencional, os planetas podem ainda ser ligados a mitos ou arquétipos, fornecendo um interessante material de estudo. Quem nunca olhou fascinado para o céu, perplexo com os mistérios do universo?

Outro ponto interessante a ser mencionado é a falta de credibilidade que ainda existe com relação à astrologia, causada pelos horóscopos que saem em revistas e jornais, e que mesmo que sejam bem feitos são muito genéricos e não devem ser olhados como individuais, como fazem as pessoas, para depois se decepcionarem. É que esse horóscopo fala apenas da posição do Sol em cada signo. E o fato do Sol estar num determinado signo é apenas uma parte ínfima do que deve ser levado em conta. Ao fazermos um mapa individual analisamos: posição por signo e casa do Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno , Urano, Netuno e Plutão ; e ainda as ligações que fazem entre si, chamadas aspectos. Além das posições e interligações existem outros fatores a serem considerados. E o resultado é absolutamente maravilhoso e surpreendente, pois não deixa margem a dúvidas. A pessoa pode se conscientizar de problemas e dificuldades que não conseguia enxergar direito e mudar, pela vontade e esforço próprios o que não lhe serve, ao mesmo tempo em que poderá enfatizar e investir nos seus dons e talentos. E para completar temos as previsões, que não são adivinhações, mas que dão o potencial para o novo ano, fazendo com que não mais se desperdice energia com situações inadequadas, indo atrás das metas possíveis para o momento.
“O medo supersticioso da astrologia produz autômatos, dependentes como escravos, de guia mecânica. O homem sábio derrota seus astros __ isto é, seu passado __ transferindo sua fidelidade, da criação ao criador. Quanto mais efetua sua unidade com o Espírito, menos pode ser dominado pela matéria…”
“Astrologia é o estudo das reações do homem aos estímulos planetários. Os astros não têm qualquer benevolência ou aversão consciente; eles meramente enviam radiações positivas ou negativas. Por si só não ajudam nem prejudicam a humanidade, mas oferecem um canal lícito para que se manifeste o equilíbrio das causas e efeitos, que no passado cada homem pôs em movimento.”
- Citação de Sri Yuktéswar, do livro Auto Biografia de um Yogue de Paramahansa Yogananda.
