O que significa Transprojetação?

A Transprojetação é uma metodologia fundamentada nas obras de Edgar Morin e Michel Thiollent.
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GESTÃO PARA A SUSTENTABILIDADE com a Soft Systems Methodology e a Pesquisa-ação.



Mostrando postagens com marcador CORRUPÇÃO NO BRASIL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CORRUPÇÃO NO BRASIL. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de outubro de 2011

PARADA GAY E A QUANTIDADE DE PESSOAS


Há algum tempo atrás eu recebi um e-mail questionando o número de pessoas que vão para uma parada gay e movimentos religiosos e pouca mobilização contra a corrupção. 
Pois é, não há manifestação neste país com muitas pessoas sem a "interferência do dinheiro de partidos e dos governos". Acabo de ter provas disso:
Fui levar minha cachorra na rua e no exato momento estava passando pela minha quadra a Parada Gay. Muita gente realmente, muito mais do que no movimento contra a corrupção... Mas como eu disse e repito: estavam no carro principal que tem microfone e alto-falantes, nada mais nada menos que: 
1. Representante da Presidente da República
2. Representante da Petrobrás
3. Representante da Deputada Federal Benedita da Silva que é do PT.
Essas foram as pessoas que eu ouvi falar e serem chamadas. Fiquei ouvindo por uns 15 minutos, nada mais que isso. 
O que isso significa? Dinheiro do Governo Federal e do PT... O que não acontece nesse movimento contra a corrupção... 
Em tempo: para esclarecer aos maldosos, sou e sempre serei pela LIBERDADE DE TODOS OS TIPOS COM RESPONSABILIDADE, POIS COMO AFIRMO SEMPRE, NÃO EXISTEM RAÇAS, EXISTE APENAS A RAÇA DA HUMANIDADE.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.
Qualquer semelhança com o Brasil de hoje, não é mera coincidência...





















_,



























quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O BRASIL E A CORRUPÇÃO

Uma frase recente:
Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção?”
(de 07/07/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País)

Uma frase com 2064 anos :

(de Marcus Tullius – Roma, 55 a.C,)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O OUTRO LADO DO ESCÂNDALO NO MINISTÉRIO DO TURISMO

OUTRO LADO DO ESCÂNDALO NO MINISTÉRIO DO TURISMO

Nesta terça-feira, dia 09/08/11, foram presas 38 pessoas suspeitas de irregularidades em liberação de
convênios na pasta, por meio da operação da Polícia Federal denominada “Operação Voucher” que
investiga irregularidades em convênio celebrado entre o Ministério do Turismo e o Instituto Brasileiro
de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi).
Dentre essas 38 pessoas estão diretores da ONG envolvida, empresários que eram por eles contratados,
integrantes do alto escalão do Ministério do Turismo, e alguns técnicos do órgão.
Alguns servidores citados acima, técnicos do MTur, foram presos por terem assinado notas técnicas
recomendando a aprovação do projeto e de seus relatórios de acompanhamento. Tiveram suas casas
reviradas, seus nomes publicados em jornais, foram presos em um estado longe de suas famílias, e
estão com seus salários suspensos.
O que a imprensa não tem noticiado são as condições sob as quais os servidores do Ministério do
Turismo fazem a análise da documentação. Em geral, recebem prestações de contas e documentos de
convênios para análise e aprovação, sem que possam se quer viajar para fiscalizar de fato a ocorrência
da ação, nem tampouco possuem tempo hábil para sua análise, fora o assédio moral a que estão
submetidos os servidores que realizam essas análises, bem como a falta de autonomia do servidor
diante da efetiva decisão sobre sua aprovação ou não. Como esses servidores não saem do escritório em
Brasília, a partir de relatórios, com fotos, listas de presença, e outros tipos de documentos, são
facilmente induzidos e pressionados, por diversos, motivos ao erro, atestando como realizadas
atividades que podem não ter sido.
Um técnico chega a acompanhar 10, 15 projetos ao mesmo tempo. E nos últimos anos, o Governo tem
restringido a liberação de viagens para acompanhamento de projetos com a justificativa de restrição de
recursos, e claro que com as viagens negadas o servidor não possui meios de averiguar in loco a
realização ou não das atividades. Dessa forma, torna-se fácil para que ONGs ou outras empresas do
outro lado falsifiquem os relatórios e a documentação comprobatória da realização das atividades, além
disso, sabemos que nenhum servidor é capacitado ou treinado para averiguar se um documento é
falsificado ou não e diante da pressão ou das diversas justificativas advindas dos cargos que realmente
têm poder de decisão, o servidor acaba ficando a mercê de irregularidades sobre as quais ele sequer
tem poder de decisão ou conhecimento.
De acordo com o Raio-X do MTur, matéria realizada pela própria ASMTUR e inserida no site da
Associação em Abril desse ano (link http://sites.google.com/site/asmtur/artigos/raiox), ficou claro
que estamos com um enorme déficit de servidores efetivos nomeados por concurso público, inclusive a
maioria dos cargos DAS/chefia no Ministério do Turismo não são ocupados por servidores efetivos
nomeados por concurso público e sim por pessoas indicadas por partidos políticos, terceirizados, etc.
Dessa forma, o poder efetivo de decisão no Ministério está em posse de pessoas que não possuem
nenhum tipo de estabilidade, estando dessa forma mais suscetíveis a ameaças, fora o fato de que
muitos desses cargos estão com pessoas servindo a interesses meramente políticos ou próprios, já que
vieram por meio de indicação e não por um processo imparcial.
Fica claro que um servidor, ao analisar uma prestação de contas de um convênio não possui um efetivo
poder de decisão sobre aquela análise, já que esse poder está em posse de seu chefe ou ainda do
superior de seu chefe que, conforme informado acima, não advém de um processo imparcial de seleção
e, muitas vezes, não possui compromisso com a ética intrínseca ao servidor efetivo do quadro. Sem esse
poder de decisão, o servidor pouco pode fazer de fato sobre o controle daquele ou de outro convênio e,
somado a isso, tem-se a pouca ou quase nenhuma flexibilidade entre chefias e subordinados, o assédio
moral diariamente praticado nesse Ministério e o excesso de trabalho, formando um conjunto de
fatores que levam ao descontrole e análises pouco aprofundadas de convênios, projetos, termos de
parceria, etc.
O problema é que a mídia não discerne esses detalhes que compõem a realidade, generalizando o fato e
colocando a corrupção óbvia do Governo como se fosse um “ato de servidores”, quando sabemos que
existe a distinção clara entre uma pessoa que está em um cargo de Secretário e os técnicos,
denominados baixo escalão, como Agentes Administrativos, por exemplo, sendo que o primeiro veio por
indicação e o segundo nomeado por concurso público, parte do quadro da casa e que fica no Ministério,
enquanto os cargos de chefia mudam constantemente.
É claro que perante a Lei, uma pessoa nomeada por indicação e não por concurso público, ao tomar
posse do cargo de DAS, também é denominada servidor público, mas sabemos que existe uma grande
diferença entre os dois casos e não há sentido em colocar todos no mesmo “saco de gato”, pelas
condições de trabalho já exaustivamente explicadas, pelo assédio moral sobre os técnicos e pela falta de
conhecimento sobre as condições dos convênios em si, pois muitas reuniões entre os convenentes e o
Ministério ocorrem a portas fechadas ou em outros locais sem o conhecimento do técnico que deverá
efetuar as análises.
A elaboração dessas notas técnicas é supervisionada e aprovada em vários níveis hierárquicos, restando
ao técnico muito pouca influência sobre a aprovação ou reprovação de um determinado convênio.
Assim, todos os servidores estão vulneráveis a se envolver em convênios fraudulentos, sem ter muitas
vezes qualquer consciência disso.
Obviamente, as investigações têm que seguir adiante, os processos administrativos internos precisam
ser instaurados. Os responsáveis devem ser punidos e os recursos públicos desviados têm que ser
devolvidos.
Mas também é necessário reformular os procedimentos de análise dos convênios e de
acompanhamento das atividades. É imprescindível a contratação de pessoal, liberação de verbas para
viagens para o efetivo acompanhamento técnico das ações, bem como maior e melhor qualificação do
quadro, para que os técnicos consigam identificar e atestar com propriedade a veracidade da
documentação apresentada.
Há um concurso público realizado, com uma lista de 100 aprovados que ainda não foram convocados. E
o custo de realização de uma visita técnica gira em torno de R$ 1.500,00 a R$ 3.000,00 entre passagens
e diárias. Valores bem menos onerosos aos cofres públicos do que os cerca de R$ 3.000.000,00 que
parecem ter sido desviados neste convênio.

ASMTUR - Associação Nacional dos Servidores do Ministério do Turismo
E-mail: asmtur@turismo.gov.br / asmtur@gmail.com
Portal: http://asmtur.zip.net
Blog: http://asmturismo.blogspot.com
Twitter: http://twitter.com/asmtur 2 / 2

O OUTRO LADO DO ESCÂNDALO - MINISTÉRIO DO TURISMO

CARÍSSIMOS

SE VCS NÃO CONSEGUEM ENTENDER PARA QUE SERVE A TRANSPROJETAÇÃO.
LEIAM O ARQUIVO A SEGUIR E VCS VÃO ENTENDER A IMPORTÂNCIA DE UMA METODOLOGIA QUE INIBE A CORRUPÇÃO.
ELA ABRANGE DESDE A PESQUISA PARA A ELABORAÇÃO DE UM DETERMINADO PROJETO ATÉ A SUA IMPLANTAÇÃO.
É SIMPLES ASSIM!!!
MAS VEJAM O QUE OS DONOS DO PODER ACHAM EM RELAÇÃO A VISITA ÀS OBRAS... SE ELAS EXISTIREM, É CLARO!!!Editar

sábado, 16 de outubro de 2010

TROPA DE ELITE II

AMIGOS, AMIGAS E COLEGAS 
ACABEI DE ASSISTIR O FILME TROPA DE ELITE II - NÃO TENHO PALAVRAS PARA EXPRESSAR A MINHA ADMIRAÇÃO PELA CORAGEM DE TODAS AS PESSOAS QUE PARTICIPARAM DA PRODUÇÃO - DIRETORES, PRODUTORES, ARTISTAS, FIGURANTES ETC.
PARABÉNS POR MOSTRAREM A VERDADE NUA E CRUA DO NOSSO ESTADO!!! 
NÃO DEIXEM DE ASSISTIR E TAMBÉM DE SE ENOJAREM - ESTE É O ÚNICO INCONVENIENTE AO ASSISTIR O FILME: SAIR ENJOADO DO CINEMA COM ESTA POLÍTICA DE PHODER... POIS "MUITOS INOCENTES AINDA MORRERÃO ATÉ QUE AS COISAS MELHOREM" PALAVRAS DO CAPITÃO NASCIMENTO.
ABRAÇOS A TODOS E BOM FILME - DEPOIS VALE UM DEBATE... 

quarta-feira, 7 de julho de 2010

MOVIMENTO CONTRA CORRUPÇÃO

Movimento Anticorrupção pretende mapear práticas de conluio  

Brasília, 05 de julho de 2010.
Em reunião ocorrida dia 1º de julho, na sede do Instituto Ethos, em São Paulo, as entidades que compõem o Movimento Anticorrupção da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia acertaram um agenda de atividades que inclui a formação de um Grupo de Trabalho (GT) para realizar um levantamento sobre os principais mecanismos utilizados nas práticas de corrupção. A relação público/privada, mesmo dentro da legalidade, pode esconder práticas de conluio, tanto pelo lado das empresas quanto do governo, muito danosas ao interesse público, considerou o presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo, que encabeça o Movimento.
O vice-presidente do Instituto Ethos, engenheiro Paulo Itacarambi, propõe às entidades a adesão ao Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção (htpp://www.empresalimpa.org.br/projeto.aspx) e também participação na Conferência latino-americana sobre Responsabilidade Corporativa na Promoção de Integridade e no Combate à Corrupção, que acontecerá em São Paulo, de 21 a 23 de julho. O evento é uma realização da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com o apoio, no Brasil, da Controladoria Geral da União - CGU.
O mapeamento da corrupção, no entendimento dos participantes do Movimento, servirá de subsídio para futura promoção de pactos setoriais de integridade e combate à corrupção. Exemplos internacionais, como o da Colômbia, serão analisados pelo GT.
Criado há 18 anos, o Instituto Ethos trabalhou seus primeiros anos com adesão voluntária das empresas, mas passou agora a atuar também na proposição de regulamentação. Uma dessas proposições é o chamado cadastro positivo, cuja consulta pública foi encerrada no dia 1° de julho. Com ele pretende-se instituir um cadastro da empresas que adotam posturas éticas em suas relações com o poder público e com a sociedade.
O presidente do Confea também propôs um trabalho conjunto na mobilização para o controle social de obras da Copa de 2014 e das Olimpíadas 2016, bem como na discussão sobre a revisão da Lei de Licitações (8.666/93), na qual o Movimento propõe a exigência de projeto completo, com orçamento detalhado e responsabilidade técnica definida, como forma de reduzir os riscos de corrupção.
O Movimento Anticorrupção, além de propor o aperfeiçoamento de processos de contratação e execução de obras e serviços nas áreas da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia também defende o financiamento público de campanhas eleitorais, como forma de dar transparência aos processos de decisão política.
A realização de pregão para obras de engenharia também foi muito criticada por membros do Movimento. Antônio Rolim, assessor do Sinaenco, citou o exemplo da construção de dois túneis para o metrô de São Paulo, na qual a empresa vencedora venceu com desconto de 46% sobre o preço original.  Segundo ele, a priorização do preço, em detrimento da técnica, compromete a qualidade e segurança dos empreendimentos.
Participaram da reunião Marcos Túlio de Melo (Confea), Paulo Itacarambi (Ethos), José Tadeu (Crea-SP e Febrae), Fernando Branquinho (AEABB), Luiz Zigmantas (Aneac), Jorge Guaracy (ANT), José Paulo Garcia (Sindicato Tecnólogos SP), Vicente Trindade (Fisenge), Antonio Othon Rolim (Sinaenco) e Fausto  de Medeiros Filho (ABER).
Aloisio Lopes
Assessoria de Comunicação do Confea