O que significa Transprojetação?

A Transprojetação é uma metodologia fundamentada nas obras de Edgar Morin e Michel Thiollent.
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GESTÃO PARA A SUSTENTABILIDADE com a Soft Systems Methodology e a Pesquisa-ação.



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A EDUCAÇÃO PARA A COMPLEXIDADE, COM O ALVO PELA PAZ

A educação mundial segue um paradigma greco-positivista que ainda divide as pessoas em doutos - aqueles que pensam, daqueles que fazem - realizam, utilizam suas forças de trabalho. Além disso  e por conta disso, classificam, dividem e desintegram o conhecimento em várias partes, quando deveríamos integrar as diversas disciplinas, para dessa forma, compreender e transformar para muito melhor, o planeta em que vivemos. Essa transformação só se dá de duas maneiras, ou pelas armas, ou pela educação para uma visão e ação complexa no mundo. E temos certeza, somos partidários da segunda, enquanto esse mundo que ai está ainda se partidariza pela primeira.
Para seguirmos o universo da Paz e não da Guerra, será necessário mudar os métodos educacionais, enquanto há tempo. Essa é a minha luta, essa é a minha vida.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

ABNT NBR ISO 20121, para Gestão da Sustentabilidade em Eventos, será lançada em São Paulo

Norma Internacional que está sendo utilizada na Olimpíada de Londres teve a participação do Brasil e pode ser utilizada na Copa de 2014 e Olimpíada de 2016
Acontecerá no próximo dia 13 de agosto, a partir das 19h, o lançamento da ABNT NBR ISO 20121:2012, Norma de gestão que visa privilegiar o uso de práticas sustentáveis na organização de eventos de qualquer natureza. Seu lançamento, seguido de coquetel, será no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. O evento contará com a presença de associações do setor de eventos e turismo e de autoridades públicas. Até o momento, já foi confirmada a presença da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella. A norma internacional ISO 20121, que teve a participação de 35 países, tendo a Inglaterra na coordenação e o Brasil, através da ABNT, na secretaria geral, foi utilizada para que a Olimpíada de Londres fosse organizada de maneira sustentável. Graças aos esforços de diversas associações, entidades e órgãos governamentais brasileiros ligados direta ou indiretamente à área de eventos, e que tiveram participação ativa na elaboração, a Norma foi traduzida e publicada. Prevê-se que ela seja utilizada para a organização da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, ambas sediadas no Brasil.De acordo com o diretor de Sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Eventos – IBEV, chefe da delegação brasileira e coordenador da Comissão de Estudo Especial de Sustentabilidade na Gestão de Eventos (ABNT/CEE 142), que participou da elaboração da ISO 20121, Daniel de Freitas, vale destacar que as regras são de cunho orientativo. “A Norma é por conformidade, e suas metas são voluntárias, porque dependem do caráter de cada evento”, afirma. Sua aprovação foi apenas a primeira etapa e, como toda norma, no decorrer do tempo passa por aperfeiçoamentos e adequações de acordo com a realidade de cada país. Descomplicada de ser implementada, a Norma auxiliará as empresas nas tomadas de decisões, no que diz respeito ao uso da sustentabilidade em suas atividades relacionadas a eventos. Ela se adéqua aos diversos tipos e tamanhos de organizações envolvidas no projeto e execução de eventos, e acomoda diferentes condições geográficas, culturais e sociais. As empresas que têm o interesse de promover eventos em conformidade com a ISO precisam, em primeiro lugar, definir as questões internas e externas relevantes à sustentabilidade e à finalidade de seu evento. Nesse contexto, a organização deve identificar quais os públicos de interesse com relação a seus eventos e, a partir daí, adotar procedimentos para avaliar os impactos nos âmbitos ambiental, social e econômico gerados de / para esses públicos.Podem ser considerados, entre outros, os seguintes impactos:· Aspectos ambientais – utilização de recursos, escolha de materiais, conservação de recursos, redução das emissões, preservação da biodiversidade e da natureza, emissão de poluentes no solo, na água e no ar, transporte e logística, descarte de resíduos, etc.· Aspectos sociais – normas de trabalho, saúde e segurança, liberdades civis, justiça social, comunidade local, direitos indígenas, questões culturais, acessibilidade, equidade, patrimônio e sensibilidades religiosas, inclusão, geração de empregos e renda, comunicação, capacitação, legados, etc.· Aspectos econômicos – retorno sobre o investimento, incentivo à economia local, capacidade do mercado, valor das partes interessadas, inovação, impacto econômico direto e indireto, presença de mercado, desempenho econômico, risco, comércio justo e participação nos lucros, ética, geração de renda e emprego, etc.
O lançamento tem o apoio e participação das seguintes entidades: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); Associação Brasileira de Empresas e Eventos (ABEOC); Academia Brasileira de Eventos e Turismo (ABEVT); Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH); Associação Brasileira dos Centros de Convenções e Feiras (ABRACCEF); Associação dos Profissionais, Serviços para Casamento e Eventos Sociais (ABRAFESTA); Associação de Marketing Promocional (AMPRO); Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (BRAZTOA); Instituto Brasileiro de Eventos (IBEV); Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO); Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras (SINDIPROM/SP); União Brasileira dos Promotores de Feiras (UBRAFE) e Secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência/SP.O site www.eventosustentavel.orgoferece mais informações sobre a Gestão da Sustentabilidade em Eventos.
Sobre a ABNTA ABNT é o Foro Nacional de Normalização por reconhecimento da sociedade desde a sua fundação em 28 de setembro de 1940 e confirmado pelo governo federal através de diversos instrumentos legais. Tem a missão de prover a sociedade brasileira de conhecimento sistematizado, por meio de documentos normativos, que permita a produção, a comercialização e uso de bens e serviços de forma competitiva e sustentável nos mercados interno e externo, contribuindo para o desenvolvimento científico e tecnológico, proteção do meio ambiente e defesa do consumidor.Sobre Daniel de Freitasde sustentabilidade e coordenador da Comissão de Certificação e Normatização do Instituto Brasileiro de Eventos (Ibev), é coordenador da Comissão de Estudos Especiais CEE 142 que elabora a norma ISO 20121 de Gestão Sustentável de Eventos, é representante brasileiro ISO, capacita profissionais, treina consultorias, realiza cursos e palestras sobre o tema Sustentabilidade em eventos, sendo referência nesse mercado. Trabalha com diversas empresas parceiras como: Associação Brasileira dos Centros de Convenções e Feiras (ABRACEF), Associação Brasileira de Empresas e Eventos (ABEOC), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras (Sindiprom) e União Brasileira dos Promotores de Feiras (UBRAFE).Sobre o IBEVO Instituto Brasileiro de Eventos (IBEV) tem a missão de gerar e implementar soluções em certificação, capacitação e pesquisa, voltada para os setores Público, Privado e Associativo nas áreas de eventos e turismo, como parceiro das entidades afins. Trabalha para ser reconhecido como um centro de excelência na habilitação e atualização de estudantes e profissionais ao disponibilizar conhecimento de ponta para criação, gestão de projetos, pesquisas e estudos que visem o fomento e o desenvolvimento destas áreas.

Serviço
Lançamento da ABNT NBR 20.121:2012Data: 13 de agosto de 2012Horário: às 19hLocal: Centro de Convenções Rebouças - Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 23, 05403-912 - São Paulo – SPEstacionamento: Av. Rebouças, 600 - Cerqueira César - 05402-000 - São Paulo – SP (entrada acessível)Informações: 11 3898-7850

terça-feira, 3 de julho de 2012

Ignacy Sachs: desenvolvimento sustentável só é possível com intervenção do Estado no mercado | Agência Brasil


http://www.boainformacao.com.br/2012/07/ignacy-sachs-desenvolvimento-sustentavel-so-e-possivel-com-intervencao-do-estado-no-mercado-agencia-brasil/

July 3, 2012

Por Agência Brasil, Agência Brasil, Atualizado: 01/07/2012 19:23
Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O desenvolvimento ambiental não pode ser dissociado das questões sociais e econômicas. Mas para haver uma relação de equilíbrio entre essas vertentes, é preciso intervenção do Estado para conter o mercado, que de forma geral não se preocupa com os custos sociais e ambientais. Essa visão é defendida há mais de 40 anos pelo economista Ignacy Sachs que, aos 85 anos de idade, é considerado o criador do termo desenvolvimento sustentável.
Ele participou das três grandes conferências das Nações Unidas sobre o meio ambiente: Estocolmo 72, Rio92 e Rio+20, quando falou sobre o tema. Em entrevista à Agência Brasil, ele fez um balanço das últimas décadas e avaliou os possíveis avanços na área.
Fundador do Centro Internacional de Pesquisa sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento na Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais de Paris, Ignacy Sachs se apresenta como ecossocioeconomista, pois entende que ecologia, sociologia e economia são conceitos integrados.
‘Historicamente tivemos a economia política, depois simplificaram só para economia. Aí voltamos, nos últimos 40 anos, a uma visão bidimensional, de olhar a economia e a sociedade. Depois acrescentamos o segmento ambiental e formamos um tripé, passando a pensar em uma ecossocioeconomia.’
A partir desse conceito científico, foi desenvolvido o termo ecodesenvolvimento, que se popularizou principalmente a partir da Rio92 e que evoluiu para desenvolvimento sustentável, mais usado atualmente. ‘É uma visão do desenvolvimento em que os objetivos são sempre os sociais, existe uma condicionalidade ambiental e, para que as coisas aconteçam, é preciso dar às propostas uma viabilidade econômica.’
Para ele, o conceito se justifica pela maneira holística de avaliar a realidade. ‘Há duas maneiras de olhar o planeta. Uma consiste em considerar que o mundo é um bolo, que depois é cortado em visões unidimensionais: economia, sociologia e ecologia. Depois vêm aqueles que partem do conjunto e tentam pensar quais são as dimensões pertinentes para o problema.’
Nascido na Polônia, em 1927, Ignacy Sachs veio para o Brasil aos 14 anos de idade, onde se formou em economia na Universidade Cândido Mendes no Rio de Janeiro. Em 1954, voltou à Polônia e depois foi para a Índia, onde cursou doutorado na Universidade de Nova Delhi. Mais tarde, sua ligação com o Brasil fez com que ele fundasse em 1985, na Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais de Paris, o Centro de Pesquisas sobre o Brasil Contemporâneo.
Embora reconheça que até hoje nenhum país adotou plenamente o conceito de desenvolvimento sustentável, ele é otimista quanto à inclusão do termo nas políticas públicas atuais. ‘Nesses 40 anos [desde Estocolmo 72] avançamos muito nessa ideia de abrir a cabeça dos que fazem a política sobre a necessidade de se contemplar conjuntamente essas três dimensões. É difícil hoje encontrar um dirigente que não reconheça a importância do social e do ambiental. A mensagem foi absorvida.’
Porém, o economista reconhece que, se houve evolução na aceitação da teoria, faltaram avanços na prática. A devastação ambiental não parou desde as duas conferências das Nações Unidas sobre o meio ambiente. Pelo contrário, só aumentou.
‘Os governos não decidem tudo. Na verdade vivemos em uma economia em que os empresários têm muito a dizer. Não vivemos em uma economia pública, mas sim em uma economia público-privada, na qual as decisões, os projetos, os investimentos não estão em uma só mão. Temos uma multiplicidade de atores que têm interesses distintos, muitas vezes conflitivos’, destacou.
Edição: Talita Cavalcante e Lana Cristina
Agência Brasil – Todos os direitos reservados.
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sexta-feira, 11 de maio de 2012

ESCOLA INFANTIL DE TRÂNSITO – PARQUE DOS PATINS


A criação da Escola de Trânsito no Parque dos Patins, na Lagoa tem como objetivo difundir a conscientização e formação de uma cultura apropriada para o uso da bicicleta como um veículo urbano na cidade do Rio de Janeiro.
O Centro de Comunicação e Educação para o Trânsito da CET- Rio tem levado às escolas do município e outras instituições o Curso de Educação Cicloviária, para incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte e não apenas um instrumento de lazer ou prática de exercícios.
Com a nova proposta de recuperação da orla da Lagoa Rodrigo de Freitas surgiu a oportunidade da criação da Escola de Trânsito para Educação Cicloviária, incluindo um projeto de ciclovia para treinamento dos alunos. O traçado da ciclovia tem por objetivo criar o maior número de situações com as quais os ciclistas se deparam no dia a dia e apresentar a sinalização viária voltada para o uso da bicicleta.
Para não interferir no paisagismo do Parque dos Patins, toda sinalização vertical (placas, semáforos etc.) será removível, ou seja, somente serão colocadas nos momentos em que as aulas estejam sendo realizadas, sendo retiradas imediatamente assim que cada aula termine.

domingo, 22 de abril de 2012

O Fórum Permanente de Desenvolvimento Estrategico do Estado do Rio de Janeiro Jornalista Roberto Marinho tem a satisfação de convidá-lo para o evento "Iniciativa Satoyama: um modelo para o desenvolvimento sustentável regional".


SENHORES 
OLHANDO ESTE EVENTO, FICO CADA VEZ MAIS TRISTE COM O DESCASO DOS BRASILEIROS QUANDO SE TRATA DE TRABALHOS DOS PRÓPRIOS BRASILEIROS. 
EM 2003 EU E O MEU ORIENTADOR DE DOUTORADO ESCREVEMOS UMA METODOLOGIA UNIVERSAL PARA SE COLOCAR O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA PRÁTICA, EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO. 
ALGUÉM SE INTERESSOU EM SABER DISSO? 
CLARO QUE NÃO!!! 
SAÍ DA POLÍTICA (ENQUANTO CHEFE DE GABINETE DO SENADOR SATURNINO) E ESTOU SAINDO DA DIRETORIA DO CLUBE DE ENGENHARIA ESTE ANO, SEM O RECONHECIMENTO DESTE TRABALHO. 
E O MAIS TRISTE, EM PLENA RIO + 20, QUANDO TODOS AINDA ESTÃO BATENDO CABEÇA SEM SABER O QUE FAZER COM ESTA REUNIÃO. 
ENFIM...EM PAÍS TUPINIQUIM, SANTO DE CASA NÃO FAZ MILAGRES.
ABRAÇOS 
VIRGINIA SALERNO