EU TENHO UMA CASA DE VERANEIO EM TERESÓPOLIS EM CONDOMÍNIO FECHADO. INFELIZMENTE UM DOS NOSSOS MELHORES FUNCIONÁRIOS QUE ME AJUDA COM OBRAS NA MINHA CASA PERDEU SUA IRMÃ, SEU CUNHADO E SEUS DOIS SOBRINHOS NESTA TRAGÉDIA. ESTOU REALMENTE MUITO TRISTE... FALTA PREVENÇÃO, FALTA GESTÃO...
QUE VERGONHA BRASIL... QUE VERGONHA RIO DE JANEIRO... SINTO POR NÓS... SINTO POR TODOS... QUE DEUS NOS AMPARE E NOS PROTEJA!!!
UMA METODOLOGIA PARA COMBATER A CORRUPÇÃO E PARA PROSPERAR O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NAS ORGANIZAÇÕES - ENSINA OS GESTORES A TOMAREM DECISÕES SUSTENTÁVEIS EM UM MUNDO COMPLEXO.
O que significa Transprojetação?
A Transprojetação é uma metodologia fundamentada nas obras de Edgar Morin e Michel Thiollent.
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GESTÃO PARA A SUSTENTABILIDADE com a Soft Systems Methodology e a Pesquisa-ação.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
PÁTRIA MADASTRA VIL DE CLARICE ZEITEL
"PÁTRIA MADRASTA VIL"
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência...Exagero de escassez...Contraditórios? Então aí está!
O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que "dos filhos deste solo és mãe gentil", mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não "tapa o sol com a peneira". Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, me iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra...Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)...Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente...Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre "Como vencer a pobreza e a desigualdade".
A redação de Clarice intitulada "Pátria Madrasta Vil" foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência...Exagero de escassez...Contraditórios? Então aí está!
O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que "dos filhos deste solo és mãe gentil", mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não "tapa o sol com a peneira". Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, me iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra...Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)...Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente...Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre "Como vencer a pobreza e a desigualdade".
A redação de Clarice intitulada "Pátria Madrasta Vil" foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.
domingo, 2 de janeiro de 2011
2011 - SATHYA SAI BABA
Pensamento para o Dia 01/01/2011
“Não perca tempo especulando sobre o que acontecerá neste Ano Novo. Se suas ações são boas, seu futuro está fadado a ser bom. O futuro da nação depende de suas ações. Deus é um observador. Ele não o protege nem castiga. Cada um é responsável pelo seu prazer ou dor. Neste Ano Novo, desenvolva sentimentos novos e sagrados e faça todo mundo feliz. Não se esforce pelo dinheiro, se esforce pelo amor. Depois de desenvolver amor, não haverá espaço para más qualidades como raiva, inveja, etc. Se seus pensamentos e ações são bons, seu futuro está fadado a ser bom. Então, todo o país, ou melhor, o mundo inteiro prosperará. Ore pela paz e a prosperidade de todo o mundo. A paz só pode ser alcançada pela prática dos valores humanos.”
Sathya Sai Baba
“Não perca tempo especulando sobre o que acontecerá neste Ano Novo. Se suas ações são boas, seu futuro está fadado a ser bom. O futuro da nação depende de suas ações. Deus é um observador. Ele não o protege nem castiga. Cada um é responsável pelo seu prazer ou dor. Neste Ano Novo, desenvolva sentimentos novos e sagrados e faça todo mundo feliz. Não se esforce pelo dinheiro, se esforce pelo amor. Depois de desenvolver amor, não haverá espaço para más qualidades como raiva, inveja, etc. Se seus pensamentos e ações são bons, seu futuro está fadado a ser bom. Então, todo o país, ou melhor, o mundo inteiro prosperará. Ore pela paz e a prosperidade de todo o mundo. A paz só pode ser alcançada pela prática dos valores humanos.”
Sathya Sai Baba
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Ministério do Meio Ambiente envia 3º kit de livros, CDs, DVDs, revistas e panfletos, para o CEA APF Sala Verde de Itapeva/SP.
A Sala Verde do CEA - APF do Instituto de Pesquisa e Educação Ambiental Planeta Terra, recebeu o 3º kit de publicações enviado pelo Departamento de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente. São várias publicações que soma ao acervo atual da Biblioteca Canto de Ler. Materiais que estão sendo catalogados, livros, CD’s, DVDs, revistas e panfletos.
O Espaço Canto de Ler oferece atendimento ao público em geral apoiando o usuário na busca por informações de cunho socioambiental e disponibilizando, para consulta local, livros e outros materiais didáticos. Desenvolve projetos e ações educativas junto a alunos da rede pública e particular da região de Itapeva/SP, bem como a outros grupos organizados da sociedade.
O espaço Canto de Ler é uma sala de leitura para as crianças, adolescentes e adultos, o espaço esta sob a coordenação da voluntaria Teresa Cristina Bongiovanni e do auxiliar de biblioteca e contador de história Solano Manoel.
A programação do Canto de Ler permitirá que as crianças e adolescentes ao saírem das aulas possam ter acesso a mais uma atividade, programada, dentro da área literária, permitindo que estes jovens fiquem mais tempo ocupados e fora das ruas.
O forte do espaço são livros relacionados ao meio ambiente estão direcionados para educação ambiental, relatando o seu conteúdo, suas características principais e os problemas que apresentam do ponto de vista estético e pedagógico.
“Como a Educação Ambiental é uma preocupação cada vez maior para todos os setores educacionais e será obrigatória a partir de agora na escola, o papel da Sala Verde (Canto de Ler) será importantíssimo para o desenvolvimento de cursos, projetos, pesquisas, discussões tanto em cursos formais como informais, dentro e fora da sala de aula”. Disse Paulo Saponga.
A Sala Verde do CEA - APF do Instituto de Pesquisa e Educação Ambiental Planeta Terra, recebeu o 3º kit de publicações enviado pelo Departamento de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente. São várias publicações que soma ao acervo atual da Biblioteca Canto de Ler. Materiais que estão sendo catalogados, livros, CD’s, DVDs, revistas e panfletos.
O Espaço Canto de Ler oferece atendimento ao público em geral apoiando o usuário na busca por informações de cunho socioambiental e disponibilizando, para consulta local, livros e outros materiais didáticos. Desenvolve projetos e ações educativas junto a alunos da rede pública e particular da região de Itapeva/SP, bem como a outros grupos organizados da sociedade.
O espaço Canto de Ler é uma sala de leitura para as crianças, adolescentes e adultos, o espaço esta sob a coordenação da voluntaria Teresa Cristina Bongiovanni e do auxiliar de biblioteca e contador de história Solano Manoel.
A programação do Canto de Ler permitirá que as crianças e adolescentes ao saírem das aulas possam ter acesso a mais uma atividade, programada, dentro da área literária, permitindo que estes jovens fiquem mais tempo ocupados e fora das ruas.
O forte do espaço são livros relacionados ao meio ambiente estão direcionados para educação ambiental, relatando o seu conteúdo, suas características principais e os problemas que apresentam do ponto de vista estético e pedagógico.
“Como a Educação Ambiental é uma preocupação cada vez maior para todos os setores educacionais e será obrigatória a partir de agora na escola, o papel da Sala Verde (Canto de Ler) será importantíssimo para o desenvolvimento de cursos, projetos, pesquisas, discussões tanto em cursos formais como informais, dentro e fora da sala de aula”. Disse Paulo Saponga.
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